Revista Select
[PUBLICAÇÕES/REVISTA SELECT] Baixei o app da revista Select pela App Store na semana passada, mas ainda não tinha parado para ler a publicação. Hoje, vi um comentário do +Fabricio Renovato sobre a nova edição e tratei de baixar e dar uma lida. Fiquei muito feliz com o que vi.
Leia tudo AQUI.
Zygmunt Bauman, sobre sociedade e contemporaneidade
Vídeo do projeto Fronteiras do Pensamento 2011 com o sociólogo Zygmunt Bauman. Imperdível.
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Astonishing X-Men, fandom e mimimis de fãs
“Hoje foi divulgado um teaser sobre a revista em quadrinhos Astonishing X-Men. Naturalmente, a divisão entre os fãs de longa data dos X-Men começará logo logo: o partido dos que acham um absurdo o casal Ororo e Scott e o partido dos que acham ótimo. (Claro que estou radicalizando, porque pode haver uma área cinza entre os dois partidos.)
Mas a capa gerou um bate-papo de angústia via Twitter (porque discutir QUALQUER coisa usando 140 caracteres é um inferno) com o +Thiago Falcao e o +Pedro Henrique Reis.”
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How intersemiotic translations (e.g. literature to cinema, comics to cinema) are changing the way we read? - Quora

Essa é a minha primeira pergunta no Quora e ela abre o tópico “Intersemiotics” no serviço. Clique no título do post para seguir a pergunta ou clique aqui.
Os quadrinhos podem destruir a literatura

Ainda me pergunto como um asno desses escreve para a Revista Época. Não que a revista seja um exemplo de publicação, mas o infeliz Luís Antônio Giron apresenta um texto alinhavado pelo preconceito, pela hierarquização inocente da arte e pelo repúdio à infinitude das interpretações.
Sempre existirão as obras “melhores” e “piores”, sempre existirão as criações com mais ou menos densidade e que conquistarão mais ou menos leitores (no sentido mais amplo do verbo “ler”), mas não há mais como resignar-se ao discurso das interpretações certas ou erradas, nem da educação restritiva, nem das tradições intocáveis e inquestionáveis.
Há interpretação, se ela funciona ou não, o próprio sistema cultural dirá e selecionará essa ou aquela obra traduzida. Vence quem se adapta melhor, quem evolui e a criação do maior número possível de interpretações é parte do momento em que vivemos, da cultura mediada, do impulso constante da apropriação dos textos.
Além de tudo, adaptar é reduzir para caber em algum lugar. A literatura é ricamente TRADUZIDA para os quadrinhos e esse movimento é muito maior e tem nome: tradução intersemiótica.
Para ler o texto do Luís, clica no título do post ou aqui.
P.S.: Pra quem tiver interesse no assunto, leia o texto “O que é tradução intersemiótica?”: http://bit.ly/gSG3tV
P.S.2: A foto que ilustra o post é uma imagem do filme Adaptação. Se ainda não assistiu, tá na hora.
P.S.3 (08/07 às 15:00h): Ótima discussão nos comentários.
(via Krishna Nunes, no Google+)
Carlos Orsi: Infinito em todas as direções
Adoro os textos do Carlos Orsi (@carlosom71) e esse segue a tradição dos raciocínios inquietantes. Nesse post, em especial, me chama especial atenção o trecho que comenta sobre a impossibilidade da origem.
Clique no título desse post para ler ou clique aqui.
Filosofighters

Joguinho super bem sacado criado pelo pessoal da Super Interessante.
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Pelo luxo de uma literatura do tipo "menor"

O escritor Antônio Xerxenesky (@xerxenesky) publicou um texto, no suplemento cultural do diário oficial do estado de Pernambuco, falando sobre o crescimento da literatura fantástica no Brasil. Nele, Antônio comenta sobre as relações entre o crescimento econômico do país e a multiplicação dos escritores do gênero, além de comentar sobre as “literaturas menores”.
Eu, particularmente, me esquivo do discurso das “minorias”, especialmente nas artes.
Em pleno século XXI, no momento em que a cultura da convergência e da participação termina de desferir fortes golpes contra as instituições que “autorizam” certas manifestações, as literaturas minoritarizadas abrem caminho e conquistam legiões de fãs.
As pessoas não esperam mais intelectuais confirmarem a qualidade de obras, nem há como medir, de fato, o que é uma literatura “maior”. A simultaneidade das manifestações e a quantidade de reverberações na cultura continua problematizando a hierarquia vertical fixa.
Clique no título do post para ler o texto do Antônio Xerxenesky ou clique aqui.
Ulisses de James Joyce encontra o Twitter
Steve Cole, um louco (por James Joyce), criou um experimento unindo literatura e Twitter: recontar a história de Ulisses através do serviço de microblogging. A ideia é juntar voluntários do mundo todo não apenas para recontar o livro, mas para reimaginar a leitura do livro no espaço de 24 horas (o mesmo tempo ficcional da obra).
A experiência começa às 20:00h (hora de Dublin) e continua até as 20:00h de amanhã. Durante esse tempo, os aficionados por Joyce compartilharão suas releituras através da conta @11ysses na forma de 6 tuítes a cada 15 minutos.
Veja também o site:
(Via Mashable.)
X-men: First Class e o mercado intersemiótico
Terminei de publicar no intersemiotica.com um texto sobre o novo filme dos X-Men e o que anda acontecendo com o cinema dos quadrinhos e a intersemiótica.

