Revista Select
[PUBLICAÇÕES/REVISTA SELECT] Baixei o app da revista Select pela App Store na semana passada, mas ainda não tinha parado para ler a publicação. Hoje, vi um comentário do +Fabricio Renovato sobre a nova edição e tratei de baixar e dar uma lida. Fiquei muito feliz com o que vi.
Leia tudo AQUI.
Astonishing X-Men, fandom e mimimis de fãs
“Hoje foi divulgado um teaser sobre a revista em quadrinhos Astonishing X-Men. Naturalmente, a divisão entre os fãs de longa data dos X-Men começará logo logo: o partido dos que acham um absurdo o casal Ororo e Scott e o partido dos que acham ótimo. (Claro que estou radicalizando, porque pode haver uma área cinza entre os dois partidos.)
Mas a capa gerou um bate-papo de angústia via Twitter (porque discutir QUALQUER coisa usando 140 caracteres é um inferno) com o +Thiago Falcao e o +Pedro Henrique Reis.”
Leia tudo AQUI.
Do hipertexto opaco ao hipertexto transparente, por Pierre Lévy
Sempre admirei a filosofia do Pierre Lévy (@PLevy) pela atitude positiva e multidimensional de sua teoria. Esse vídeo é a primeira parte (de quatro) de uma vídeo conferência que aconteceu no 3º Simpósio Hipertexto e Tecnologias da Informação, evento realizado em dezembro de 2010 e que contou com a participação de mais de 600 pesquisadores.
Nele, Lévy comenta sobre inteligência coletiva, a alteração do modo como gerenciaremos a quantidade de informações, web semântica e muitos insights sobre a relação entre conhecimento, tecnologia e sociedade.
O NEHTE-UFPE (Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologia na Educação) possui um site e muito conteúdo para quem se interessa pela área. Para mais informações, acesse o blog nehte.blogspot.com ou o site oficial www.ufpe.br/nehte.
As outras partes da conferência:
Nós somos o futuro
Grafos sociais, APIs sociais, realidade aumentada, convergência total entre online e offline, conteúdo totalmente personalizado e sinergizado. O mundo do futuro não estará mais preocupado com as ferramentas, nem com a busca por conteúdo. A melhor interface será aquela que não se deixa enxergar e o refinamento das ferramentas logo chegará a um nível em que a apropriação, produção e compartilhamento de conteúdo levará as novas gerações a uma vivência completamente diferente da que experimentamos hoje.
E isso não acontecerá apenas com o marketing ou as relações de consumo, mas com todos os produtos culturais.
Ainda existirão livros? Professores? Escolas? Smartphones? Tablets? Internet com velocidades limitadas? Talvez. O mundo do futuro é o mundo das simultaneidades e potencializações, das camadas a serem exploradas.
E isso já está acontecendo.
O futuro do marketing e da cultura está na forma como a informação será apropriada, interpretada e compartilhada. No entanto, continuarão existindo os que correm com o fluxo e aqueles que intervêm sobre ele, além do consumismo e das leis mandatórias do “i”.
(Vídeo via +Ricardo Francisco Prochnow)
How intersemiotic translations (e.g. literature to cinema, comics to cinema) are changing the way we read? - Quora

Essa é a minha primeira pergunta no Quora e ela abre o tópico “Intersemiotics” no serviço. Clique no título do post para seguir a pergunta ou clique aqui.
Com efeito, Benjamin confundiu a noção de ‘reprodução mecânica’ com a desigualdade nas técnicas empregadas no decorrer de uma trajetória. Não importa o quão mecânica é uma reprodução, uma vez que não há uma grande diferença entre os processos de reprodução das várias versões, a distinção clara entre o original e suas reproduções torna-se menos importante.
“The migration of the aura or how to explore the original through its fac similes”
O artigo do Bruno Latour e do Adam Lowe discute a questão da cópia e do original a partir das visões sobre os produtos culturais e as suas reproduções. A crítica a Walter Benjamin se baseia na reversão da ideia de que a aura da obra de arte se enfraquece a partir da sua reprodução em série. A hierarquia original/cópias é substituída pela perspectiva de uma “trajetória” formada pelo conjunto de uma obra e todas as suas reproduções. E as leituras continuam.
Para baixar o artigo, clique aqui.
Marcha da Liberdade, documentos urbanos
O movimento da marcha a favor da legalização da maconha foi proibido no dia 21 de maio após o confronto entre a polícia e os manifestantes. A decisão foi do desembargador Teodomiro Mendez, da 2ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo, que acatou liminar em mandado de segurança de representantes do Ministério Público do Grupo de Atuação Especial de Repressão e Prevenção aos Crimes Previstos na Lei Antitóxicos (Gaerpa).
Esse foi o estopim para que outros movimentos de grupos de outras causas políticas se unissem (como o movimento contra a homofobia e o movimento do passe livre). A articulação espalhou-se pela rede através do Twitter, Facebook e pelo site da Marcha da Liberdade.
A internet e as redes sociais são ferramentas e não mudarão o mundo sozinhas, mas a rede é feita de pessoas e a revolução de pessoas que têm atitude. Assista o ótimo vídeo, espalhe a ideia e participe.
Sobre cultura de massa e inocências
A Regina Casé faz um ótimo trabalho na Globo divulgando a cultura que é minoritarizada pelas instituições culturais soberanas do Brasil (se é que elas realmente existem e seja lá qual for a real importância delas; isso é papo pra noites e noites no boteco da esquina).
Prefiro falar em “minoritização” do que falar em “sub-culturas” ou “culturas menores” porque hoje vivemos num mundo heterogêneo demais e simultâneo demais pra termos a pretensão de determinar quem é, de fato, hegemônico ou não (em termos gerais, porque hegemonia cultural existe, mas é papo pra mais muitas noites no boteco da esquina) em termos absolutos.
O vídeo da Regina é um aviso e, talvez, um modesto manifesto de que os locais e as posições dentro das culturas não são mais tronos reais, mas fazem parte de grandes sistemas orgânicos nos quais as posições são fluidas e as hierarquias relativas e parciais. E isso é ótimo.
(Vídeo via @metheoro, no Twitter.)
As variações da língua e educação
Vídeo do programa “Entre Aspas” apresentado pela Mônica Waldvogel na GloboNews. Como convidados, os escritores Marcelino Freire e Cristovão Tezza comentando sobre a polêmica do livro “Por uma vida melhor” (se lembra?). Aula básica de Linguística, sem complicações.
The “Post-PC” Era: It’s Real, But It Doesn’t Mean What You Think It Does

Ontem a Sarah Rotman Epps, da empresa americana de pesquisa independente Forrester, publicou um artigo comentando sobre a era Pós-PC. Ela já esclarece no título que, ao contrário do que alguns pensam, o computador pessoal não morrerá. Na verdade haverá uma evolução de uso e aplicação.
Aqui estão alguns pontos interessante mostrados no artigo:
A utilização de estacionária a ubíqua: o uso do computador desktop com tempo marcado dá lugar ao tablet ou smartphone sendo usado em qualquer lugar, a qualquer hora.
Sempre ligados: nada mais de tempo de boot, tempo de desligamento. Os aparelhos móveis estão sempre ligados, sempre prontos para o uso em qualquer lugar (seja enquanto você assiste TV ou espera em um fila).
Da proximidade à intimidade: o computador que ficava a uma curta distância passa a estar perto do corpo, na bolso, em bolsos, na mão.
A interação torna-se mais física e direta: o paradigma mouse/teclado dá lugar às telas sensíveis ao toque, manipulação em duas dimensões. (Outros dispositivos como o Microsoft Kinect uso o próprio corpo e voz do usuário como controles.)
A flexibilidade e as inovações em tecnologia proporcionam que o computador esteja presente em mais contextos dentro das dinâmicas da nossa rotina. Inovações alimentam mudanças sociais e mudanças sociais alimentam inovações.
Vale a pena a leitura (em inglês). Clique no título (ou aqui) e divirta-se.
